domingo, 27 de maio de 2012

NOVENA

Novena para São Pio de Pietrelcina 




1° Dia
Amado São Pio de Pietrelcina, você carregou em seu corpo os sinais da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Você levou a Cruz para todo o mundo, enquanto agüentava os sofrimentos físicos e morais que flagelavam sua alma e seu corpo em um martírio contínuo. Nós o imploramos, por favor, reze a Deus para nós, assim cada um de nós poderá aceitar as pequenas e as grandes Cruzes da vida, e todo o mundo poderá transformar o sofrimento individual em vínculo seguro que nos liga à Vida Eterna.

« É uma grande vantagem conformar-se aos sofrimentos que Jesus enviará a você. Jesus, que não supor ver que você sofre, virá socorrê-lo e o confortar, enquanto infunde uma coragem nova em sua alma ».Padre Pio

Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus



2° Dia
São Pio de Pietrelcina, que está junto com Nosso Deus Jesus, você soube resistir às tentações do malígno. Você sofreu os golpes e a opressão do endiabrado do inferno que quiz induzi-lo a abandonar a sua estrada de santidade. Nós o imploramos, por favor, reze a Deus por nós, de forma que, com a sua ajuda e com ajuda de todo o Reino Divino, nós possamos achar a força para abandonar o pecado e perseverar de fato na fé até o dia de nossa morte.

« Coragem e não tema as agressões do Diabo. Lembrem-se disto sempre: ‘É um sinal bom se o inimigo gritar e rogar o seu aperjúrio ao seu redor – isto mostra que ele não está dentro de você ». Padre Pio

Rezar a Oração do Sagrado Coração de Jesus



3° Dia
Virtuosíssimo Padre São Pio de Pietrelcina: você amou muito Nossa Senhora, de quem recebeu, diariamente, graças e consolações. Nós imploramos, por favor, reze à Mãe Santa por nós, enquanto coloca nas mãos Dela nossos pecados e nossas orações sem fé, de forma que, como em Caná da Galiléia, o Filho atenda a Mãe e nosso nome seja escrito no Livro da Vida.

« Que Maria seja a estrela que ilumina seu caminho, e que ela lhes mostre o modo seguro para seguir o Pai Celestial.  Ela é como uma âncora, na qual vocês têm que se agarrar e conservar-se cada vez mais unidos e firmes nos momentos de tentação». Padre Pio

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4° Dia
Castíssimo Padre São Pio de Pietrelcina, que tanto amastes e nos ensinastes a amar o Santo Anjo da Guarda, o que te sérvio de companhia, de guia, de defensor e de mensageiro. A ti as figuras Angélicas levaram os rogos dos teus filhos espirituais. Intercede a Deus por nós para que também nós aprendamos a falar com nosso Anjo da Guarda, para que a todo momento saibamos obedecer-lhe, pois és a luz viva de Deus que nos livra da desgraça de cair em pecado. Nosso Anjo sempre está pronto a ensinar-nos os caminho do bem e a dissuadir-nos de fazer o mau. 

« Invoca o teu Anjo da Guarda, que te iluminará e te conduzirá. Deus O te deu por este motivo. Por tanto vale-te Dele ». Padre Pio

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5°Dia
Prudentísimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que tanto amas e nos ensinastes a amar as Almas do Purgatório; por elas que te oferecestes como vitima de expiação, dos pecados delas. Roga a Deus Nosso Senhor, para que ponha em nossos corações sentimentos de compaixão e amor por estas almas. Também nós ajudaremos as Almas do Purgatório e reduziremos seus tempos de desterro e de grande aflição. Conseguiremos para elas, com sacrifícios e orações, o descanso eterno de suas almas, e as Santas Indulgências necessárias para tira-las do lugar de sofrimento.
« Ó Senhor, Jesus Cristo, te suplico derrame sobre mim, todos os castigos que são para os pecadores e as Almas Benditas do Purgatório, multiplica sobre mim os sofrimentos, com os quais convertes e salva os pecadores, e livra-los salvos do tormento do purgatório ». Padre Pio

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6° Dia
Obedientíssimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que quisestes tão bem aos enfermos, mas que a ti mesmo, porque neles vias a Jesus. Tu que em nome de Deus obrou milagres de curas do corpo,  da alma, da mente no presente, no passado e no futuro das pessoas, devolvendo esperança de vida e renovação de espírito e na integridade total das pessoas. Rogai a Deus para que todos os enfermos, por intercessão de Maria Santíssima, possam experimentar tua forte ajuda, e através da cura do corpo possam encontrar benefícios espirituais e agradecer sempre a Deus.

« Se eu sei que uma pessoa está aflita, seja em sua alma ou em seu corpo, suplicarei a Deus para vê-la livre de seus males. De boa vontade tomaria todos os seus sofrimentos para vê-la salva e cederia os frutos de tais sofrimentos em seu favor». Padre Pio

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7° Dia
Benditíssimo Padre São Pio de Pietrelcina. Tu que tens realizado o projeto de salvação de Deus e tens oferecido teus sofrimentos para desatar os pecadores das redes de Satanás. Roga a Deus para que os homens, que não crêem, tenham uma grande e verdadeira fé e se convertam; arrependendo-se do fundo de seus corações, e que as pessoas com pouca fé melhorem sua vida cristã, e que os homens justos continuem sobre o caminho da salvação.

« Se o pobre mundo puder-se ver a beleza da alma sem pecado, todos os pecadores, todos os incrédulos se converteriam naquele instante ». Padre Pio

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8° Dia
Puríssimo Padre São Pio de Pietrelcina, Tu que quisestes muito bem aos teus filhos espirituais. Muitos dos teus filhos tem sido comprados por ti com o preço do teu sangue. Também nos concedes a nós que não te conhecemos pessoalmente, de consideramos como teus filhos espirituais. Com tua paternal proteção, com tua santa orientação, com a força que conseguiras para os outros filhos de Deus, podermos, no momento da morte, encontra-te nas portas do Paraíso, esperando a nossa chegada.

« Se me fosse possível, queria conseguir de Deus somente uma coisa, ‘que me disse-se Vá para o Paraíso’ queria conseguir esta graça ‘Senhor, não me deixe ir ao Paraíso até que o último dos meus filhos, a última das pessoas que me foram confiadas, tenha entrado antes que eu ». Padre Pio

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9° Dia
Humilde Padre Pío de Pietrelcina, Tú que és verdadeiramente amado pela Santa Madre Igreja; Roga à Deus, Nosso Senhor, ao Senhor das mésses, para que mande trabalhadores a sua santa obra, e dê a cada um deles segundo o seu santo trabalho; De maneira que tenhamos no mundo, sacerdotes santos; Que estes obtenham a força e a inspiração divina. Ao mais, nós te rogamos a intercessão junto a Santíssima Sempre Virgem Maria; Para que conduza todos os homens a uma unidade de cristãos, reunidos na grande casa de Deus; Para que a Santa Igreja seja o Farol de luz e salvação, neste mar de tempestades que é a vida de hoje

« Sempre se mantenha unido a Santa Igreja Católica, porque somente ela pode salvar-te, porque somente ela possui o Jesus Sacramentado, que é o verdadeiro príncipe da paz». Padre Pio

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Recuperações

Um cavalheiro que veio de Foggia (na Itália), tinha 62 anos em 1919;  ele caminhou o tempo todo se sustentando sobre  duas bengalas.. Na realidade ele tinha caído de um broking de carruagem e quebrado as pernas. Os doutores não tinham conseguido  ajudá-lo com sucesso. Depois de se confessar com o Pe.  Pio, o frade lhe falou: "Se levante e vá embora! Você tem que jogar fora essas bengalas.. Aquele homem obedeceu a  ordem e começou a caminhar novamente por si mesmo. Todos os que testemunharam o fato ficaram surpresos.


 
Outro evento extraordinário aconteceu em 1919 em São Giovanni Rotondo. O cavalheiro tinha 14 anos em 1919. Quando  tinha quatro anos, ele pegou o tifo.  Pegou o tipo de tifo mais agressivo que o tinha   deformado e, como conseqüência, seu corpo  teve dois hunchbacks grandes. Uma vez que ele se confessou com o Padre Pio, o Pe. Pio  o tocou com suas  mãos furadas. De repente o menino se levantou e os hunchbacks dele desapareceram. 
 
Grazia era uma camponesa que tinha vinte e nove anos. Ela tinha sido uma mulher cega de nascimento.. Ela ia  à  pequena Igreja do convento para poder  conhecer Padre  Pio. Uma vez Pe.Pio lhe perguntou se ela queria  ver. "Claro que eu quero!" respondeu  a menina, "mas eu quero ver se esta chance não é mais uma  piedade", ela continuou. "Bem, você recuperará", lhe respondeu o  Pio, e ele a enviou a Bari (na Itália) onde trabalhava um doutor muito bom que era o marido duma pessoa amiga do Pe.  Pio. Mas o doutor, depois de verificar r os olhos da paciente, falou para a esposa dele: Não há nenhuma esperança por esta menina. É unicamente  o Padre Pio que pode  recuperá-la  com um milagre; mas eu  tenho que mandá-la  de volta sem a operar”. -Então a esposa dele insistiu e falou para o marido: "Mas se Padre Pio a enviou a você... você poderia tentar  operar pelo menos um  dos olhos". - O doutor concordou e operou ambos os olhos . Os olhos de Grazia foram recuperados. Ela podia ver agora. Quando já  estava de volta em  São Giovanni Rotondo, ela correu para o convento e  se ajoelhou aos pés de Pe. Pio. O frade lhe ordenou que  se levantasse. Ela contou que lhe pediu: "Abençoa, ó Padre... me abençoe”! Então ele marcou o sinal da Cruz na testa dela, mas ela continuou  esperando para ser abençoada. Na realidade, quando ela era uma mulher cega, Padre  Pio a abençoava fazendo o sinal da Cruz na cabeça dela com a mão dele. Por isso naquele momento Padre  Pio disse: "Por  que precisa você de  uma bênção?... você precisa de um balde de água? 
 
Uma senhora contou: "Em 1947 eu tinha trinta e oito anos e eu tinha estado sofrendo por causa de um câncer ao intestino. Aquele câncer foi comprovado  através de radiografia. Assim decidi meoperar. Antes de ir para o hospital, eu quis ir para San Giovanni Rotondo para conhecer Pe. Pio. Meu marido, minha filha e um  amigo dela, me levaram  a ele. Eu tinha desejado muito me confessar com o Padre Pio e falar com ele interessando-o pela minha doença, mas não era possível nem sequer conhecê-lo. Meu marido contou meu problema a um frade. Aquele frade era muito sensível e prometeu informar de tudo ao Pe. Pio. Em resumo,  me pediram que entrasse no corredor do convento por onde Frei  Pio FOTO6.jpg (6923 byte)tinha  que passar. Pe. Pio passou pela multidão, mas ele só estava interessado em mim. Ele me perguntou a razão pela  qual eu estava tão  angustiada e me pediu que  ficasse  à direita, o lado relativo ao cirurgião. Depois disso, ele me encorajou e disse que ele tinha pedido a Deus por mim. Eu estava pasma; na realidade ele não conhecia o cirurgião que ia me operar, e ninguém lhe falou que eu era a pessoa certa para se dirigir a mim no meio da multidão. Mas ele  me reconheceu. De qualquer maneira, eu enfrentei minha operação esperançosa e com serenidade. O cirurgião foi o primeiro que falou em milagre. Na realidade, ele teve que  me operar apenas de apendicite, apesar das radiografias prévias terem provado meu câncer. Aquele cirurgião não acreditava em  Deus, mas a partir daquele momento, ele pôs o Crucifixo em cada quarto do hospital. Não havia mais nenhuma evidência do câncer. Pouco tempo depois eu fui até San Giovanni Rotondo para  conhecer Pe. Pio. O Santo Frade  ia para a sacristia quando de repente ele parou e me sorriu.  Ele disse: "Você sabe? Você voltou aqui! "... e me ajudou a  beijar suas mãos segurando com carinho as minhas. 
Um cavalheiro contou: "Meu joelho esquerdo inchou há dias e eu tive uma dor muito grande na perna. O doutor tinha me falado que a situação era muito séria e tinha me receitado muitasinjeções. Antes de começar a cura eu quis ir  ao Padre Pio. Depois de fazer minha confissão, eu falei com ele sobre meu joelho e lhe pedi que rezasse por mim. Quando eu ia partir de San Giovanni Rotondo, de  tarde, desapareceu a dor. Eu observei  meu joelho e  notei que não estava mais inchado.! Estava  o mesmo do que o direito . Assim, eu corri ao Padre  Pio para lhe agradecer imediatamente. Ele disse: "Você não tem que me agradecer, mas você tem que agradecer ao Nosso Deus! Depois ele acrescentou  sorrindo: "Fale para seu doutor que ele pode pôr  as injeções." 
Uma senhora contou: "Eu tinha tido uma gravidez normal em 1952, mas durante opartoaconteceram alguns problemas. Meu filho nasceu com ajuda e eu precisei de uma transfusão de sangue. Mas devido à emergência, eles a fizeram sem verificar que  tipo de sangue precissava. Foi o tipo Zero, mas o me deu o tipo "UM". As conseqüências seguintes eram muito sérias: febre alta, convulsões, niggle pulmonar e outros problemas de saúde. Até mesmo um Padre foi chamado para me dar o Santo Viático, mas ele teve que me dar a comunhão junto com um copinho de  água por causa de me encontrar em uma condição muito ruim. Quando meus parentes levaram o Padre ao portão,  eu fiquei sozinha. Naquele momento o  Pai Pio apareceu me mostrando as mãos estigmatizadas dele, e disse: "Eu sou Padre  Pio; você não morrerá! Reze  um "Pai nosso" e no futuro você irá até   San Giovanni Rotondo para me encontrar” O resultado desta aparição era o seguinte: "Eu ia morrer alguns minutos antes, e eu me levantava e me sentava alguns minutos depois. Quando meus parentes voltaram para meu quarto, eles me acharam rezando. Eu os convidei a rezar junto comigo e  lhes falei sobre a visão. Nós rezamos e minha saúde melhorou. Todos os doutores perceberam que tinha acontecido um milagre.. Eu fui a San Giovanni Rotondo durante vários meses para agradecer ao Padre  Pio. Eu o encontrei  e ele me ajudou a  beijar suas mãos. Quando eu estava lhe agradecendo, senti o famoso perfume do Padre Pio. Ele me disse: "Você recebeu  um milagre mas você não tem que me agradecer. O Sagrado Coração de Jesus  me há enviado para que a  salvasse por causa de ser você  devota do Coração dele e ter praticado as   Nove Primeiras Sextas-Feiras de mês". 

 
Uma senhora contou: "Em 1953, eu tive que realizar alguns exames e tirar algumas radiografias por causa de dores no abdômen. A situação era grave: Eu precisava de uma cirurgia urgente. Um amigo meu, a quem eu confiei o problema, me sugeriu escrever uma carta para Pai Pio para pedir as orações dele e ajuda. A resposta que recebi do pai Pio foi para que eu fosse ao hospital: ele teria rezado para mim. Fui então ao hospital e fiz novos exames e radiografias, antes de enfrentar a operação. Os mesmos doutores que me atenderam falaram que apesar de eu estar seriamente doente estavam surpresos e perceberam que o meu caso já não estava tão grave. Depois de quarenta anos, eu ainda agradeço ao pai Pio a ajuda dele. Na realidade ele não nega a ajuda poderosa dele a quem lhe pede ajuda.”  
 
Uma senhora contou: "Em 1954, meu pai, que era um ferroviário, caiu doente com uma doença estranha que imobilizou as suas pernas. Ele tinha na ocasião quarenta e sete anos. Ele foi tratado por médicos sem qualquer sucesso e aproximadamente, após dois anos de tratamento, meu pai continuava sem poder trabalhar e melhorar. A situação dele piorou, e sugeriram a ele para ir para para San Giovanni Rotondo, onde havia um frade a quem Deus tinha dado muitos carismas. Meu pai foi a San Giovanni Rotondo com a ajuda de meu tio e enfrenta muitos problemas. Na Igreja, ele se encontrou com o pai Pio que disse: ‘Deixe aquele ferroviário passar!’ . Pai Pio não conhecia meu pai e não sabia que ele era um ferroviário. De qualquer maneira, pai Pio e meu pai se encontraram e falaram um ao outro depois algumas horas. Pai Pio pôs a mão dele no ombro de meu pai, ele consolou meu pai e o encorajou com um sorriso. Assim que meu pai deixou pai Pio, ele percebeu que tinha sido curado. Meu tio ficou surpreendido pois havia levado as muletas para que ele pudesse caminhar e ele não estava usando mais.
 
Um senhor de Puglia, do sul da Itália, era um ateu famoso na sua região. Ele era bem conhecido pelo fervor com que ele lutou contra a religião católica. A esposa dele era uma mulher católica, mas o marido dela a tinha proibido de ir à igreja e falar sobre Deus com seus filhos. Em 1950 aquele homem caiu doente. Os médicos deram um diagnóstico sério: ele tinha dois cânceres, um no cérebro e o outro atrás da orelha direita. Não havia nenhuma esperança de salvá-lo. Aqui está o relato dele: ‘Eu fui levado para hospital em Bari. Eu tinha muito medo da dor e da morte. O medo me fez ter o desejo de me dirigir a Deus. Eu não rezava desde que eu era uma criança. Eu fui transferido de Bari para Milão para tentar me operar e economizar minha vida. O médico que me atendeu me falou que a cirurgia seria muito difícil e havia muitas dúvidas em seu resultado. À noite, quando eu estava em Milão, eu sonhei com pai Pio. Ele veio tocar minha cabeça e me falou: ‘Não se preocupe, você se recuperará no futuro’. No dia seguinte, eu me sentia muito bem. Os médicos estavam surpresos por causa de minha melhoria, porém eles ainda acreditavam que era preciso me operar. Eu estava muito apavorado com a operação e eu resolvi fugir do hospital e fui para a casa de um parente de minha esposa em Milão. Mas alguns dias depois, mesmo sem dor, eu voltei ao hospital. Os médicos redobraram os cuidados para que eu não escapasse novamente.  Eles me fizeram outros exames antes de prosseguir com a operação. Ao término todos os médicos estavam surpreendidos e perceberam que eu não tinha mais nenhum câncer. Eu também estava surpreso porque eu tive um forte cheiro de violetas durante os exames médicos e eu soube que era um sinal da presença de pai Pio. Eu pedi a conta ao médico antes de deixar o hospital mas ele me falou: ‘Eu não fiz qualquer coisa para a sua recuperação, assim, você não tem de me pagar’. Quando eu voltei, que eu quis ir para San Giovanni Rotondo para agradecer pai Pio. Eu estava seguro que ele tinha me recuperado. Mas quando eu cheguei para a igreja do convento, eu tive a dor novamente. Era tão doloroso, que eu desmaiei. Dois homens me levaram até o confessionário do pai Pio. Assim que eu o vi, eu disse: ‘Eu tenho cinco crianças e estou muito doente, economize minha vida.’ - Ele respondeu: ‘Eu não sou Deus nem Jesus Cristo, eu sou só um padre como outros padres, não mais, talvez menos. Eu não posso fazer milagres!’ – ‘Por favor, faça um por mim!’ Eu comecei a chorar. Pai Pio pôs os olhos dele no céu e eu vi os lábios dele movendo para rezar. Naquele mesmo momento eu senti o forte cheiro das violetas que eu senti no hospital. Pai Pio me falou: ‘Vá para casa e reze! Eu rezarei por você! Você se recuperará!’ - Eu fui para casa e as dores desapareceram.”
 
Em 1950, disse um senhor, minha sogra foi levada para o hospital para uma operação no peito esquerdo. Ela tinha um câncer. Alguns meses depois foi necessário operá-la também do lado direito. Devido à disseminação do câncer no corpo dela, os médicos disseram que ela não viveria mais de quatro meses. Em Milão alguém nos falou sobre pai Pio e os milagres dele. Eu imediatamente fui para San Giovanni Rotondo. Eu pedi para pai Pio ajudar a minha sogra a se recuperar. Pai Pio fez dois longos suspiros e disse: "Nós temos que rezar, todo o mundo tem de rezar. Ela se recuperará! " Aconteceu! Na realidade minha sogra recuperou depois da operação dela e ela foi a San Giovanni Rotondo agradecer a pai Pio que sorrindo lhe contam: "Entre em paz, minha filha! Entre em paz! " - Em vez de quatro meses minha sogra tem vivido durante dezenove anos! Nós agradecemos a pai Pio todos os anos. 
 
Uma outra cura, atribuída ao Pe. Pio considerada como um prodígio definitivo, diz respeito a um ex-ferroviário toscano, que morreu em 1983 aos 70 anos de idade. Ele repetia: "Eu sou um desafio vivo às leis da física! " Em 1945 ele vivia na província de Siena. Era casado e tinha um filho ainda pequeno e trabalhava como vigilante do sistema elétrico de uma linha ferroviária. Na manhã do dia 21 de maio enquanto ele se deslocava para o trabalho na sua moto ela colidiu-se violentamente contra um caminhão. Chegou ao hospital em estado gravíssimo. Ele tinha sofrido fratura no crânio e no arco superior do supercílio esquerdo, ruptura do tímpano do ouvido esquerdo, algumas costelas quebradas e cinco fraturas na perna esquerda. Permaneceu entre a vida e a morte por diversos dias e depois foi considerado fora de perigo. A recuperação foi longa mas satisfatória exceto a perna que, por ter sido muito prejudicada, os médicos não conseguiram recuperá-la. Ele transitava de um hospital para outro."Fui internado na Clínica ortopédica de Siena onde permaneci em tratamento por um ano e meio. Depois fui para o hospital Rizzoli de Bolonha. Depois das primeiras intervenções, as fraturas no fêmur foram parcialmente sanadas, mas por causa de uma série de complicações minha perna estava completamente rígida. Os médicos falavam de uma “ancilose fibrosa do joelho esquerdo” que eles não conseguiam tratar. Além disso, as feridas causadas pelas contínuas cirurgias não cicatrizavam. Uma vez que todas as tentativas para dobrar a perna tinham sido inúteis os médicos da Clínica ortopédica de Siena decidiram tentar a “flexão forçada do joelho através do aparelho de Zuppinger com anestesia geral”. Mas as aderências musculares e os ligamentos que bloqueavam as articulações eram tão resistentes que mesmo este procedimento se revelou inútil. E quando os médicos insistiram com maior força, o fêmur se partiu e eu tive de permanecer mais dois meses com a perna engessada. No início do ano de 1948 recebi alta da Clínica Ortopédica de Siena e fui declarado incurável. Eu estava condenado a conviver com a minha perna rígida para toda minha vida. Tinha trinta e cinco anos e eu não estava disposto a me resignar com aquela situação. Por isso decidi tentar ainda junto a outros especialistas mas as esperanças de ser bem sucedido eram mínimas e eu não quis correr o risco de uma nova cirurgia. Eu estava sem ânimo e tão mal que parecia uma fera ferida. Eu não podia ficar de pé. Não queria ver ninguém. Não queria viver mais e desabafava toda minha dor contra minha esposa que tentava sempre me encorajar. Eu usava muletas para me mover, mas só conseguia me movimentar por poucos metros porque minha perna, além de rígida, estava com feridas em carne viva que eram muito dolorosas. Freqüentemente quando tentava me movimentar sozinho eu acabava caindo e berrava com toda  minha raiva blasfemando contra Deus e contra todos. Minha esposa tinha fé mas eu não. Ela ia à igreja e eu a reprovava. Certa feita, apareceu um religioso na nossa paróquia para fazer uma conferência. Ao saber do meu problema ele quis confortar minha mulher e recomendou-lhe: “Porque não leva seu marido ao Pe. Pio, um capuchinho que faz milagres em San Giovanni Rotondo?  Minha esposa me transmitiu estas palavras com tanta esperança mas eu retribuí com uma irônica gargalhada, pronunciando blasfêmias e impropérios também contra o Pe. Pio. Minha esposa, no entanto, não queria deixar perder aquela oportunidade e escreveu muitas vezes ao religioso, mas não recebeu resposta alguma. Então voltou a insistir comigo para que eu satisfizesse o seu desejo. Minha situação piorava cada vez mais. E percebi que minha vida tinha chegado ao fim e de tão desesperado rendi-me à vontade de minha mulher. “Tudo bem”- disse-lhe – “vamos tentar também isto”. A viagem foi terrível.  Viajei de trem deitado sobre uma padiola, mas quando era necessário descer do compartimento e nele subir as dores eram atrozes. Primeira etapa foi Roma, depois Foggia. Para chegar até San Giovanni Rotondo era necessário tomar um ônibus que partia de Foggia num único horário matinal bem cedinho. Decidimos dormir numa pensão. Enquanto me arrastava com as minhas bengalas resvalei-me e caí de mau jeito numa poça d’água. Fui socorrido pelos funcionários da via férrea que, ao saberem que tinha sido colega deles, colocaram à minha disposição um quarto nas dependências da estação ferroviária onde pernoitei. Na manhã seguinte, bem cedo, eu, meu filho e minha esposa tomamos o ônibus para San Giovanni Rotondo. A parada do ônibus distava dois quilômetros da igrejinha dos capuchinhos. As vias de acesso não eram pavimentadas. Não sei como consegui chegar até à capela. Logo que nela entrei joguei-me, semi-desfalecido, sobre um banco. Nunca tinha visto uma foto do Pe. Pio e, portanto, não saberia reconhecê-lo. Na igreja havia vários capuchinhos. Perto de mim havia um que  atendia as confissões das senhoras. A cortina do confessionário estava aberta. O frade mantinha os olhos baixos e as mãos escondidas sob o hábito. Quando ele levantou a mão direita para dar a absolvição notei que ele usava luvas. “É ele!”- disse a mim mesmo. Naquele instante Pe. Pio levantou os olhos e me fixou por alguns segundos. Sob aquele olhar meu corpo começou a tremer como se eu fosse golpeado por uma violenta descarga elétrica. Depois de alguns minutos o padre saiu do confessionário e foi embora. Às quatro da tarde estávamos de novo na igreja. Meu filho me acompanhou até à sacristia. Pe. Pio já estava atendendo confissões. Havia algumas pessoas na minha frente. Após uns quinze minutos chegou a minha vez. Com o auxílio das minhas muletas aproximei-me do religioso. Tentei dizer alguma coisa mas ele não me deu tempo. Começou a falar desenhando um quadro perfeito da minha vida, do meu caráter e do meu comportamento. Eu estava completamente envolvido pelas suas palavras e não pensava mais na minha perna. Quando ele levantou a mão para absolver-me, experimentei novamente a terrível sensação que havia experimentado de manhã. Sem perceber, ajoelhei-me e fiz o sinal da cruz. Em seguida, sempre sem pensar na perna, levantei-me, tomei minhas bengalas e me afastei andando normalmente. Tudo eu o fiz completamente normal. Minha esposa, que estava na igreja, me viu chegar carregando as muletas, mas nem ela percebeu qualquer coisa. Ela só disse-me: “Você está com um rosto tão sereno!” Paramos para rezar um pouco e depois nos dispusemos a sair. Só nesta hora minha esposa percebeu o que tinha acontecido. “José, você está andando!” exclamou ela. Parei e observei com grande estupor as bengalas na minha mão. “É verdade, eu estou caminhando e não sinto nenhuma dor!” Respondi. “Papai”, acrescentou meu filho, “quando você estava com o Pe. Pio, você também se ajoelhou.” Eu podia portanto realizar todos os movimentos com toda a naturalidade e sem sentir dor alguma. Suspendi a calça e examinei minha perna: todas as feridas que sangravam e doíam, fazia pouco tempo, haviam desaparecido. Só as cicatrizes eram vistas completamente enxutas. “Estou realmente curado.” Gritei para minha esposa e rompi em lágrimas. O retorno para casa foi uma marcha triunfal. Onde quer que parasse, contava a todos o sucedido. Retornei à clínica ortopédica de Siena. Os médicos ficaram estarrecidos. Primeiro, por verem que eu caminhava. E depois, porque as radiografias da minha perna não tinham mudado em nada. A ancilose fibrosa do joelho esquerdo estava lá presente e, em princípio, eu não podia absolutamente estar caminhando. O meu caso foi até apresentado em um congresso em Roma. Ilustres especialistas, até mesmo do exterior, visitaram-me e todos ficaram admirados”.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

PROFECIAS



Esta mensagem de Nosso Senhor foi dirigida ao Padre Pio em 1959, monge do convento de S.Giovanni Rotondo, que recomendou que ela só devia ser comunicada em 1984.


Profecia do Padre Pio
“A hora dos castigos está próxima, mas Eu manifestarei a minha Misericórdia.
A vossa época será testemunha de um castigo terrível. Os meus anjos tomarão um cuidado Espiritual de reduzir a nada todos aqueles que se rirem de mim e não acreditarem nas minhas profecias.
Tempestades de fogo serão lançadas das nuvens e estender-se-ão pela Terra inteira.
Tempestades, trovoadas, temporais, chuvas ininterruptas e tremores de terra cobrirão a Terra.
Durante Três dias, uma chuva ininterrupta de fogo seguir-se-á então para provar que Deus é o Mestre da Criação.
Aqueles que esperarem e que acreditarem nas minhas palavras não terão nada a recear, porque não os abandonarei nem àqueles que difundirem a minha mensagem. Nenhum mal acontecerá àqueles que estão em estado de graça e que procuram a protecção de minha Mãe.
Para vos preparar para esta prova, dar-vos-ei sinais e instruções:
A noite será muito fria, o vento surgirá, far-se-á ouvir o trovão.
Fechai então todas as portas e janelas. Não faleis a ninguém do exterior.
Ajoelhai diante do vosso crucifixo. Lamentai os vossos pecados. Rogai à minha Mãe para obter a Sua protecção. Não olheis para o lado de fora durante o tremor de terra, porque a cólera do Meu Pai é Santa. Vós não suportareis a Sua Cólera (Jesus não quer que olhemos com curiosidade a Cólera de Deus, porque Ele deve ser contemplado com Temor e tremor). Aqueles que negligenciarem este aviso serão abandonados e mortos instantâneamente de Terror pela Cólera Divina.
O vento transportará gases envenenados que se espalharão por toda a Terra. Aqueles que sofrerem inocententemente, serão Mártires e entrarão no Meu Reino.
Depois destes castigos, os Anjos descerão do Céu e espalharão o Espírito de Paz sobre a Terra.
Um sentimento de gratidão incomensurável, tomará posse daqueles que sobrevivam a esta terrível prova.
Recitai piedosamente o Terço, em comum se possível, ou sozinhos.


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            "Pobre  Itália, está caminhando para uma violência  feia...  O mundo está caminhando para a ruína... Cuidado com o mês de maio;  vejo terremotos, aluviões, vejo sangue... Ocorrerão fatos tremendos... Um  meteoro cairá sobre a Terra e tudo estremecerá. Será  um desastre muito  pior que uma guerra. Muitas coisas desaparecerão. Esse será  um dos  sinais... a terra tremerá e o pânico será grande...  o  terremoto será como uma serpente deslizando por todos os lados. E muitas  pedras cairão e muitos homens morrerão... Os homens viverão uma experiência trágica. Muitos serão arrastados pelas águas, muitos serão transformados em cinza pelo fogo...  Preparai-vos para viver três dias na escuridão total. Esses três dias estão muito próximos... E  nesses três dias ficareis como mortos, sem comer e sem beber. Depois voltará a luz,  mas muitos serão os homens que não a verão  mais...  Virão a faltar  as  coisas  mais essenciais... A volta de Cristo não está  próxima... mas falta pouco...  O  silêncio  e  o sossego voltarão um dia a  reinar  sobre  a Terra, somente então o homem redescobrirá o homem".  

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Fim da guerra
O dom de profecia e ciência de Padre Pio nos foi testemunhado pelo Padre Carmelo da época que era Superior do Convento de São Giovanni Rotondo:

Durante a última guerra mundial, diariamente, falávamos das barulhentas vitórias militares da Alemanha em todas as frentes de batalha. Lembro que numa manhã na sala do convento, eu estava lendo um jornal, que trazia a notícia de que as tropas alemãs estavam indo em direção a Moscou.
Era para mim uma notícia importante, pois tratava-se do final da guerra com a vitória final da Alemanha: Feliz com a notícia, saindo fora no corredor, encontrei o venerado Padre Pio e entusiasmado, gritei:
- Padre, a guerra terminou! A Alemanha venceu! “
- “O que foi que você disse?” perguntou o Padre Pio
- “Padre, o jornal disse….”
Então o Padre Pio exclamou: – “A Alemanha venceu a guerra?! A Alemanha, desta vez, perderá a guerra, pior do que a outra vez. Não esqueça!”
Eu repeti: – “Padre, os alemães já estão próximos de Moscou, por tanto…”
Ele acrescentou: – “Lembra-te do que eu te disse!”.
Eu continuei: – “Mas se a Alemanha perde a guerra, a Itália também a perderá!”.
Então Ele, respondeu: – “Já veremos se eles vão acabar juntos”.

Aquelas palavras eram completamente confusas, pois na época havia a aliança Itália-Alemanha, e só viriam ficar claras, no ano seguinte, quando houve a trégua com os anglo-americanos de 8 de setembro de 1943, e com com a declaração da guerra entre a Itália e a Alemanha.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CONFISSÃO

Como era a confissão com o Santo Padre Pio?



Padre Pio tinha o Carisma de Conhecer o interior das pessoas a consciência.
“Aquelas a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos”. (Jo 20,23)
Essas palavras de Jesus eram bem impressas no coração de Padre Pio, unicamente pela percepção de ter de ser ministro da Misericórdia Divina. Mas sabia se podia absolver ou não absolver, segundo a disposição do penitente. Era severo com os curiosos, hipócritas e mentirosos, e amoroso e compassivo com os verdadeiramente arrependidos.
Seu confessionário não era uma máquina de absolvições, mas um lugar de conversas. Queria que o arrependimento por todos os pecados, quer mortais ou veniais, fosse verdadeiro. Nisto era clara sua percepção de absoluta santidade de Deus, da necessidade que a alma chegasse ao Juízo, purificada nesta Terra, além de estado de Graça, porque sabia bem como são grandes as penas do Purgatório.
Ficaram conhecidos vários casos de pessoas que, confessando, acusavam-se assim:
-“Padre, eu cometi pecadinhos usuais, as besteiras de sempre….”.
E ele, irredutível:
- “Pecadinhos? Besteira ofender a Deus? Vá embora”, e naquele momento não havia nada a ser feito.
Suas confissões são como atos de anúncio e de salvação, de dor e de glória, de reprimenda e de amor.
Atesta uma carta de Foggia, em 23 de agosto de 1916:
“Deveria saber que não me deixaria um momento livre: um turbilhão de almas sedentas de Jesus me desabam, antes mesmo de colocar as mãos nos bolsos” (Ep. I).
         Ele se prodigaliza com a evidente certeza que o confessionário é um tribunal de Misericórdia Divina, mas ao mesmo tempo a sofrida função da caridade sacerdotal.
Para um penitente, disse:
“Não vê como está escuro? Vá colocar as coisas no lugar, muda de vida e depois volta que eu te confesso”.
         Padre Tarcisio, presenciou a cena, ficou abatido por aquela resposta, mas Padre Pio lhe disse:
“Se tu soubesses como essas situações ferem primeiro o meu coração! Mas se fosse assim, muitos não se converteriam a Deus…”.
         Muitas vezes repetia:
         “Gerei-lhe no amor e na dor”. Eu posso também golpear os meus filhos, mas choro por todos os que me procuram! Quero carregá-los sem resistência, como uma pipa”.
Levava ao coração dos penitentes, esperança e fidelidade no perdão divino. Escreveu:
“Você não tem tempo de amar o Senhor? Não O ama ainda? Não deseja amá-Lo para sempre? Não tenha medo por isso! Mesmo admitindo que você tenha cometido todos os pecados deste mundo, Jesus te repete: ‘são-te perdoados muitos pecados, porque muito você amou”’ (Ep.III).
         E mais uma vez:
“Tenho como certo que Deus pode regenerar tudo em uma criatura concebida no pecado e que carrega a carga hereditária permanente de Adão: mas não pode, absolutamente, rejeitar o desejo sincero de amá-Lo” (Ep. IV).
Uma alma que lhe pedisse o que fosse no confessionário, respondia:
“O trono deve ser a maestria de Deus”.
A um jovem que chorava, Padre Pio perguntou:
- “Por que chora?”.
    Respondeu:
- “Porque não me deu absolvição”.
   Com carinho, Padre Pio consolou-o:
- “Filho, é assim, a absolvição não te foi negada para mandá-lo ao inferno, mas ao paraíso”.
2_Pietrelcina confessionale
O cardeal Lercaro, durante o Congresso Eucarístico diocesano de Trapani, em 1969, celebrando o padre, disse:
“O confessionário era para ele um manancial de sofrimento interior, espiritual: a sua paixão. O pecado pesava sobre ele, o pecado que ele escutava, contestava e reprovava, por chamar a si aquela misericórdia de Deus; o pecado, que em nome de Deus perdoava, era uma ferida em sua alma… Ele unia seu sofrimento ao de Cristo para que a culpa dos irmãos fossem perdoadas”.
A sede de almas o fazia rezar também longas noites de vigília. Um confrade é testemunha de sua súplica:
“Jesus, Maria, piedade!”; “Oh, Jesus, te recomendo aquela alma, deve convertê-la, salvá-la…Se tiver que castigar os homens, castiga-me, ficarei feliz… Ofereço-me por inteiro a Ti, por todos eles”.
Padre Pio costumava dizer:
“Se soubessem quanto custa uma alma! As almas não foram dadas de presente: foram compradas! Vocês ignoram aquilo o que custaram a Jesus. Ora, precisam pagar-Lhe sempre com a mesma moeda?”.
Escreveu ao padre Benedeto em 3 de junho de 1919:
“Todo o tempo é curto para libertar os irmãos das garras de Satanás. Bendito seja Deus… A maior caridade é aquela de tirar as almas de Satanás e ganha-las a Cristo. E neste ponto, sigo assiduamente, de noite e de dia… vi esplêndidas conversões” (Ep.I).
E tinha um verdadeiro propósito. Muitos de nós se confessa com rapidez, quase como um hábito. Com ele isso não era possível.
Uma vez um jovem disse:
-“Sabe? Tive que voltar três vezes para que Padre Pio me desse a absolvição. Eu não entendi porque me mandava ir embora; eu parecia ser sincero, arrependido. Na terceira vez havia em mim uma certa decisão para corrigir-me de um defeito. Sem que dissesse nada, o padre foi breve e me liberou”.
Ele podia fazer coisas assim porque se demorava muito, mas nem a todos era possível. Em algumas Missas, se alguém, após ter se confessado, precisasse de confessar novamente, deveria esperar passar ao menos sete dias. Sim, porque muitos voltavam a San Giovanni até serem absolvidos.
Este é um fato que merece um aprofundamento maior. Muitas vezes seus confrades faziam observações a este respeito, recomendando-lhe que desse alguma indulgência. Mas ele respondia: “O faço para o bem dele; não acredita que eu sofro também? Mas se tu soubesses como ficam depois, como não sossegam!”.
         Há, casos de pessoas que partiram de San Giovanni Rotondo revoltados contra o Padre Pio por não terem obtido a absolvição, decididas a não voltarem mais. Mas depois entendiam, logo em seguida, e sentiam um desejo quase irresistível de retornar.
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Padre Pio amava o pecador, mas era intransigente com o pecado. Eram típicas certas frases suas: “Asseguro, tu vais para o inferno”; “Quando deixarás de fazer porcarias?”; “Não sabes que é pecado mortal? Vai embora!”. A multidão implorava, insistia, mas era difícil que mudasse de opinião daquela vez. Não guardava a fisionomia de ninguém: rico ou pobre, bonito ou feio, ele guardava as almas. Todos em fila, iguais, fosse um ministro ou um operário.
Muitos haviam dito:
“Que semelhança deve ter como o juízo de Deus, com as almas todas descobertas”. Um fator humano também contribuía: com a freqüência espera longa, de dias ou mesmo de semanas, havia a necessidade de serem breves, pelo grande fluxo, de modo que as pessoas preparassem bem o que iriam dizer. Era o momento de pensar, passar e repassar o próprio discurso.
         Se sabia, e diziam, que ele era dulcíssimo quando alguém estava realmente arrependido; prático em guiar as almas dizendo algum elogio; paciente, logo após a confissão, ainda escutava. Certamente, trabalhava muito com a Graça de Deus para predispor as almas, para fazê-las compreender a gravidade do pecado.
Do Padre Pio confessor ficou impresso o gesto solene como qual dava a bênção pronunciando as palavras de absolvição. Todos os sacerdotes absolvem; mas a absolvição através de Padre Pio trazia uma paz que era um verdadeiro dom de Deus. Muitas vezes, com um pequeno gesto.
Um sacerdote entendia ver, enquanto Padre Pio levantava a mão, uma pequena gota de sangue que se acendia no meio da chaga; ele percebeu um grande significado; deve ter sentido o quanto custava ao padre as confissões.

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 065 Padre Pio


Quem participava na celebração Eucarística do padre Pio não podia ficar tranqüilo em seu pecado. Depois da Santa missa, o padre Pio se sentava no confessionário por longas horas, dando-lhe preferência aos homens, pois ele dizia que eram os que mais necessitavam da confissão.
Satanás foi além de todos os limites da provocação com Padre Pio; até lhe disse que era um penitente.
Este é o testemunho do Padre Pio: “Um dia, enquanto eu estava ouvindo confissões, um homem veio para o confessionário onde eu estava. Ele era alto, esbelto, vestido com refinamento, era cortês e amável. Começou a confessar seus pecados, que eram de todo tipo: contra Deus, contra os homens e contra a moral. Todos os pecados eram aberrantes! Eu fiquei desorientado com todos os pecados que ele me contou, e respondi: “ eu lhe trago a Palavra de Deus, o exemplo da Igreja e a moral dos Santos". Mas o penitente enigmático se opôs às minhas palavras justificando, com habilidade extrema e cortesia, todo o tipo de pecado. Ele desabafou todas as ações pecadoras e tentou me fazer entender normal, natural e humanamente compreensível todas as ações pecadoras. E isto não só para os pecados que eram horríveis contra Deus, Nossa Senhora e os Santos. Ele foi firme na argumentação dos pecados morais tão sujos e repugnantes. As respostas que me deu, com fineza qualificada e malícia, me surpreenderam. Eu me perguntei: Quem ele é? De que mundo ele vem? E eu tentei olhar bem para ele, ler algo na face dele. Ao mesmo tempo me concentrei em cada palavra dele para dar-lhe o juízo correto que merecia. Mas de repente através de uma luz interna vívida e brilhante eu reconheci claramente que era ele.Com tom definido e imperioso lhe falei:"Diga, Viva Jesus para sempre, Viva Maria eternamente" Assim que pronunciei estes doces e poderosos nomes, o Satanás desapareceu imediatamente dentro de um zigue-zague de fogo deixando um fedor insuportável."
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Dom Pierino conta: "Um dia, Padre Pio estava no confessionário, coberto por duas cortinas. As cortinas do confessionário não estavam fechadas e eu tive oportunidade de ver o Padre Pio. Os homens, enquanto se preparavam, se posicionaram em uma fila única. Do lugar onde eu estava lia o Breviário e, às vezes, erguia o olhar para ver o Padre. Pela porta pequena da igreja, entrou um homem. Ele era bonito, com olhos pequenos e pretos, cabelo grisalho, com uma jaqueta escura e calças compridas. Eu não quis me distrair e continuei recitando o breviário, mas uma voz interna me falou: Pare e olhe! "Eu parei e olhei para Padre Pio. Aquele homem parou em frente do confessionário. E depois que o penitente anterior foi embora desapareceu imediatamente entre as cortinas. Estava em pé, de frente para o Padre Pio. Então eu não vi mais aquele homem de cabelo grisalho. Depois que alguns minutos o vi penetrando no chão. No confessionário, na cadeira onde Padre Pio estava sentado, vi Jesus em seu lugar. Ele era loiro, jovem e bonito e ele parecia fixo naquele homem que penetrou o chão. Então vi Padre Pio surgir novamente. Ele voltou a tomar seu assento, era semelhante a Jesus. Pude então ver claramente o Padre Pio. E imediatamente ouvi sua voz: Se apressem! Ninguém notou este acontecimento e todos permanecemos onde estávamos"

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O Mártir do Sacramento da Misericórdia. (A Confissão.)

O Papa Pio XII perguntou ao bispo de Manfredonia, durante a visita ad limina em abril de 1947.
- “Que faz o Padre Pio?”.
- “Sua Santidade! Ele remove os pecados do mundo”.
Assim mostrou bem qual era a principal atividade apostólica do frei estigmatizado. Aquela revelação de 1903 prenunciou a grandiosíssima Missão a que estava reservado ao jovem Francesco, na época, ingressante no convento.
Ordenado sacerdote em 1910. Demorou três anos antes de obter permissão para confessar; ao que normalmente é concedido logo após a ordenação.
O superior provincial temia por sua saúde física e também era duvidoso que Padre Pio tivesse o conhecimento necessário de teologia moral, pois havia estudado com irregularidades devido aos seus problemas de saúde.
Após a permissão, viveu no confessionário até a manhã de sua morte, a maior parte do seu tempo. Para se ter uma idéia, em 16 de novembro de 1919 escreveu a seu pai espiritual: “Foram mais de 19 horas de trabalho que vou sustentando, sem um pouco de descanso. Enquanto escrevo, já passa um minuto da meia-noite”.
Viveu bravamente, lutando para todos e por todos, contra Satanás, para salvar as almas. Tanto que há muitos escritos sobre o método de confessar de Padre (se é que pode chamar de método), contando histórias incríveis de conversões, de soluções dadas mais tarde ou de tudo negado.
Para Padre Pio, confessar era uma fadiga imensa; não só pela aversão que sentia contra os pecados que ofendiam a Deus, mas também por sua luta interior que não o havia mais deixado. Por toda a sua vida sentiu-se um grande pecador e havia um “prego perfurando-lhe a cabeça e o coração”: o medo de não estar na Graça de Deus.
Como era firme para guiar a alma, ao mesmo era inseguro e temeroso. Mas ele também, homem como todos os outros, sofria pelo peso de suas fraquezas, o que lhe rendia histórias. Um caso típico que contou ao padre Benedetto em 1917, quando um dia lhe aconteceu que, cansado da fadiga: “sem que eu queira, me transformo em uma pessoa sem paciência. Este é um espinho que traspassa meu coração”.
         Quando Padre Pio deixava o altar, parecia que saía do Calvário; quando entrava no confessionário, também sofria muitíssimo pela sua indignação, pelo temor de sua incapacidade. Não o tempo todo, mas próprio dos períodos de confissão, sobretudo ali, que o Senhor lhe concedia um grandioso carisma, aquele de escutar a consciência, de ver interior (dos penitentes).

Nesse longo tempo o Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, muito antes da aurora, se dedicava a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande Missão com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão.
Grandes multidões, de todas as nacionalidades, passaram por seu confessionário. Alguns deviam esperar duas semanas para conseguir confessar-se com ele. As conversões foram inumeráveis. Diariamente recebia centenas de cartas de fiéis, que pediam seu conselho iluminado e sua direção espiritual, a qual tem sempre significado um retorno a serenidade, a paz espiritual e ao colóquio com Deus.
Quem participava na celebração Eucarística do padre Pio não podia ficar tranqüilo em seu pecado. Depois da Santa missa, o padre Pio se sentava no confessionário por longas horas, dando-lhe preferência aos homens, pois ele dizia que eram os que mais necessitavam da confissão.


Padre Pio e o dom de ciência 

Espera para a Confissão
Uma senhora que era da Inglaterra foi para o confessionário, mas Padre Pio fechou a janela do confessional:
- “Eu não estou disponível para você.”
Por que Padre Pio não a quis confessar?…
Atordoada com isso, aquela mulher regressou todos os dias durantes duas semanas. Durante estas semanas ela tentou ser escutada por Padre Pio no confessionário.
Finalmente Padre Pio a confessou. Ela então perguntou para Padre Pio, por qual razão ele a tinha feito esperar todo aquelo tempo, ao qual Padre Pio responde:
- “E você? Quanto tempo você deixou nosso Deus esperar?
Você deveria desejar saber como Jesus poderia dar-lhe boas-vindas, depois que você cometesse tantos sacrilégios.
Ao lado de seu marido e sua mãe, você recebeu tanto tempo a Sagrada comunhão em pecado mortal.”
A mulher exposta diante de Deus, ficou atordoada, e recebeu a absolvição chorando. Quando, alguns dias depois ela partiu para a Inglaterra, ela já estava muito contente com o cuidado e o perdão de Deus.


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Figos
Um homem contou:
- “Uma vez eu comi muitos figos. E tive a dúvida de se cometi um pecado da gula.”
- “Amanhã, sendo meu dia de confissão com Padre Pio, eu confessarei isto.”
No dia seguinte, entrando lentamente na estrada do convento, fiz o exame de consciência. O pecado da gula não me veio a lembrança. Eu me confessei mas antes de concluir a confissão, antes da absolvição, eu falei para Padre Pio:
- “Acho que estou esquecendo de alguma culpa, talvez a mais séria, mas não me recordo o quê”.
- “Não se preocupe” – ele me respondeu sorrindo – “foram poucos figos “.


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Os pecados mais íntimos
Deus vê tudo, e diante dele teremos toda nossa vida visível. Os espetáculos de história seguintes mostram que Deus sabe até os nossos pensamentos mais íntimos.
Um homem, em 1920 foi para o convento dos capuchinhos confessar-se com Padre Pio.
Ele não era um grande penitente, como tantos outros. Pensava que tudo se excluiria no perdão. Pertencendo a uma gangue de criminosos inveterados, este homem decidiu dar fim a sua esposa e juntar-se a uma outra mulher. Ele queria matar sua esposa e ao mesmo tempo ter um álibi. Sabendo que sua esposa era devota de um Monge que vivia em uma pequena cidade do Gargano e que ninguém o conhecia lá, poderia pôr o plano homicida em ação.
Um dia ele a convence com uma desculpa para ir junto com ela. Quando eles chegaram lá, ele a convidou para visitar aquele homem de quem todo o mundo fala tanto. Deixou a esposa sozinha em um Hotel da cidade, para ir depois ao convento em vistas da confissão.
Quando a esposa dele for falar com o monge ele terá um álibi na cidade. Procurou um bar e convidou alguns dos clientes para beber com ele. Depois, com uma desculpa sairia e mataria a esposa ao sair da confissão.
Tudo ao redor do convento é rural e na luz lânguida da noite ninguém reconhecerá qualquer coisa, até mesmo alguém que enterra um corpo morto. Então poderia voltar para o bar e continuar bebendo com os companheiros. O plano estava perfeito, mas, não imaginava enquanto planejava o homicídio, que alguém estaria escutando.
Quando chegou ao convento ele viu Padre Pio, que estava confessando. Neste momento ele teve um impulso, ajoelhou-se em frente ao confessionário de Padre Pio, mesmo não tendo ainda cometido o homicídio.
Ele mal terminou o sinal da Cruz, ouviu uivos inconcebíveis que saíam do confessionário:
- “Vá embora! Vá embora! Vá embora! Você não sabe que é pecado matar alguém?”
- “Vá embora! Vá embora! “
Então Padre Pio o toma pelo braço e o despacha dali. O homem estava atordoado, incrédulo, desanimado. O homem corre para fora do mosteiro onde caindo próximo a um pedregulho, com a face na lama, reconhece os horrores de sua vida, cheia de pecado. Em um instante vê todo sua existência e, entre tormentos da mente, entende a maldade que tencionava cometer.
Atormentado na profundidade do coração, volta a Igreja e pede Padre Pio para o confessar. Padre Pio o concedeu a confissão, com doçura infinita fala-lhe como tivesse o conhecido por muito tempo. O bastante para o ajudar a não esquecer nada daquela vida perdida, Padre Pio cita momento a momento de vida dele, pecado por pecado, crime por crime com abundância de detalhes.
Até chegar a esta última trama de matar sua esposa. O homem escuta Padre Pio que fala sobre o possível homicídio que só ele conhecia em sua mente e que nenhuma outra sabia. Esvaziado, mas finalmente livre, se lança aos pés do monge, que o abençoa.
Mas ainda não acabara. Ao término da confissão, Padre Pio lhe falou:
- “Você desejou ter filhos, não foi?
- “Bem, não ofenda Deus mais e você terá uma criança!”.
Aquele homem voltara exatamente depois um ano a Padre Pio, totalmente convertido, e já pai de uma criança que nasceu pela mesma esposa que ele quisera matar.
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Doença maior
O padre Guardião do convento de São Giovanni Rotondo contou: – “Certo dia, um comerciante de Pisa veio pedir ao Padre Pio para curar sua filha. O padre fixou-o e disse:
- “Tu estás mais doente a que tua filha. Eu te vejo morto”.
- “Não é possível, eu estou muito bem”…
- “Infeliz!” – Gritou o Padre Pio – “Desgraçado! Como pode dizer que estás bem com tantos pecados na consciência?”
- “Vejo pelo menos trinta e dois”!
Imagine o susto do comerciante. Depois da confissão ele contou a todos os que quisessem escutar: “Ele já sabia tudo e me disse tudo”!
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O Valor da Missa
Um sacerdote contou, um fato ocorrido com um dos seus confrades, que veio de muito longe para se confessar com o Padre Pio. Ele teve que esperar muitas horas em Bolonha.
Depois da confissão, o Padre Pio lhe perguntou:
- “Meu Filho, lembra de mais algo?”
– “Não, Padre!”
– “Vamos, pense um pouco…”
Este examinou sua consciência, porém não encontrou nada. Então o Padre Pio lhe disse com extrema doçura:
- “Meu filho, ontem quando você chegou às 5 da manhã em Bolonha, as Igrejas ainda estavam fechadas. Porém, você em vez de esperar, resolveu ir para um hotel descansar um pouco antes da Missa.
Deitou na cama e dormiu tão profundamente que só veio despertar as 15 horas . Àquela hora, era muito tarde para celebrar a missa. Eu sei, que você não fez por maldade, porém foi uma negligência que feriu a nosso Deus”.

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Tempo esperando
Certa vez, estando o Padre Pio ocupado, um homem solicita, insistentemente, a confissão dos seus pecados. O padre Pio levanta a cabeça e responde:
- “Este homem fez Deus esperar por ele vinte e cinco anos para se confessar e, ele não pode me esperar por cinco minutos?”
Este fato foi averiguado e foi comprovado que é verdadeiro.
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Palavras a dizer
Uma senhora contou que no ano 1945 sua mãe a levou em São Giovanni Rotondo para que conhecesse ao Padre Pio pessoalmente e se confessasse com ele. Enquanto esperava a sua vez, pois tinha muita gente, pensava em tudo o que tinha que dizer ao Padre. Porém quando estava na sua presença, ficou paralisada.
O Padre Pio em seguida se deu conta da sua timidez e, com um sorriso lhe disse:
- “Você quer que eu fale por ti?”.
Ela consentiu por meio de um sinal e, depois de algum instante, ficou pasma.
- “Não pude acreditar!”
O Padre Pio disse, palavra por palavra, tudo o que ela havia querido dizer-lhe. Ela se sentiu tranqüila, serena e mentalmente deu graças ao venerado Padre por presenteá-la com esta experiência de seu extraordinário carisma.
Ela confiou a saúde da sua alma e do seu corpo. Ele respondeu:
- “Sempre serei teu pai espiritual”.
Ela se despediu dele com uma imensa alegria no coração. Enquanto regressava de trem, sentiu um intenso perfume de flores do qual nunca esqueceu Era a presença do Padre Pio que a encheu de felicidade.